quarta-feira, 19 de outubro de 2011

OFICINA DE TEATRO-FÓRUM - PARA ATORES E NÃO ATORES


O NETO - Núcleo de Estudos do Teatro Oprimido de Porto Alegre, abre inscrições para Oficina de Teatro-Fórum – Para Atores e Não Atores, que inicia em 29 de outubro às 14h 30m ( sábado) na Casa de Cultura Mario Quintana.

Divulgue a Ideia! Participe! Apoie!

OFICINA DE TEATRO-FÓRUM

Para Atores e Não Atores

Método do Teatro do Oprimido criado por Augusto Boal

Oficina com 20 horas de duração onde são experimentados jogos e exercícios teatrais do Método do Teatro do Oprimido, criado por Augusto Boal. Os participantes da oficina montarão um teatro-fórum baseado em algumas experiências que viveram de opressão, essa peça-fórum poderá ser levada a público se for vontade dos participantes. E o espectador poderá intervir nos rumos dessa história, porque no teatro-fórum é assim, você assiste à peça e no final pode interferir na história tentando solucionar os conflitos.

Com Celso Veluza


: CCMQ e o NETO oferecem 3 vagas sociais. Interessados devem enviar uma “carta de intenções", até dia 25/10, para participar da seleção das vagas.


Inscrições: celso.veluza@gmail.com ou (51) 9161.5014

Alguns espetáculos de Teatro-Fórum apresentados pelo NETO.

* Minha Namorada é Verde

* A Saúde em Cena

* Família e Escola – Onde está a Educação?

* Quem Vê Calça Não Vê Coração

* Minha Namorada é Deliciosamente Saudável, Ecologicamente Responsável e Socialmente Solidária.

* A Opressão em Várias Faces

* Discriminações & Preconceitos

* Uma História Real

* Fora dos Padrões Estabelecidos

* Opressão Nossa de Cada Dia

* Desejo x Realidade

* As Várias Faces da Opressão

* Casos de Família

*Eu Finjo que não Vejo

NETO - 5 ANOS

AUGUSTO BOAL - 80 ANOS


"O mundo encurta, o tempo se dilui: o ontem vira agora; já está feito.
Tudo muito rápido. Debater o que se diz e o que se mostra e como se
mostra... parece-me algo cada vez mais importante". (Paulo Freire)

EU FINJO QUE NÃO VEJO

reprise do espetáculo:

EU FINJO QUE NÃO VEJO

Um teatro-fórum, sobre os abusos que permeiam as relações cotidianas.


Cenas que abordam, assédio sexual, homofóbia, machismo, trabalho e exclusão.
A sessão acontece no dia 15 de outubro (sábado), às 20h, na Casa de Cultura Mario Quintana – 2º andar - Salão de Convenção C2, com entrada franca. A distribuição de senhas inicia às 19h30.

Elenco:

Jaqueline Pagote, Fernando Teles, Denise Alano Bork, Marcelo Chardosim Fraga, Mauro Antônio Felix, Amanda Vendramin, Milena Greff Lima, Silvia Maria Silveira Franco, Fernanda Pereira Soares, Juliana de Oliveira Trindade.

Coordenação: Celso Veluza



quarta-feira, 20 de julho de 2011

80 anos Augusto Boal e 5 anos do NETO


80 anos de Augusto Boal – Oficinas, encontros, workshop, vivencias e depoimentos

5 anos do Neto – Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido de Porto Alegre

É um momento de dupla celebração.

O teatrólogo brasileiro Augusto Boal, criador do teatro-fórum, teatro invisível, teatro imagem, teatro jornal que são ferramentas do Método do Teatro do Oprimido, comemoraria 80 anos em 2011 e nosso núcleo celebra seus 5 anos de existência.

Respeitável público em nome do NETO (Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido) gostaríamos de agradecer pelo seu sorriso, calor, opinião, ação, energia, participação e divulgação nos últimos 5 anos.

Agradecemos pela oportunidade de vivenciarmos uma experiência transformadora proporcionada pela arte de fazer teatro, debate e principalmente pela ousadia de pensar, pensar em transmutar a realidade, pois cada sujeito é um universo, mas todos juntos somos DEUS.

Abaixo informações sobre as Oficinas de Teatro-Fórum que acontecerão na Casa de Cultura Mario Quintana, dentro dos eventos comemorativos.

OFICINA DE TEATRO-FÓRUM

Para Atores e Não Atores

Método do Teatro do Oprimido criado por Augusto Boal

Oficina com 20 horas de duração onde são experimentados jogos e exercícios teatrais do Método do Teatro do Oprimido, criado por Augusto Boal. Os participantes da oficina montarão um teatro-fórum baseado em algumas experiências que viveram de opressão, essa peça-fórum poderá ser levada a público se for vontade dos participantes. E o espectador poderá intervir nos rumos dessa história, porque no teatro-fórum é assim, você assiste à peça e no final pode interferir na história tentando solucionar os conflitos.

Com Celso Veluza

Turma A: (quartas e sextas) 10, 12, 17, 19, 24, 26, 31 de agosto e 02 de setembro.

Das 19h às 21:30h

Turma B: (sábados) 06, 13, 20, 27 de agosto e 03, 10, 17, 24 de setembro.

Das 14:30h às 17h

Na Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736 em Porto Alegre.

Investimento: R$ 130,00 (20 horas = Oito encontros de 2h e 30 minutos)

CCMQ, oferece 3 vagas sociais, por turma. Interessados devem enviar uma “carta de intenções’, até dia 04/08, para participar da seleção das vagas”.

Inscrições: celso.veluza@gmail.com ou (51) 9161.5014

Últimos espetáculos de Teatro-Fórum apresentados pelo NETO.

* Minha Namorada é Verde

* A Saúde em Cena*

* Família e Escola – Onde está a Educação?

* Quem Vê Calça Não Vê Coração

* Minha Namorada é Deliciosamente Saudável, Ecologicamente Responsável e Socialmente Solidária.

* A Opressão em Várias Faces - Racismo, Violência contra a mulher e conflitos internos

* Discriminações & Preconceitos

* Uma História Real

* Fora dos Padrões Estabelecidos

* Opressão Nossa de Cada Dia

* Desejo x Realidade

* As Várias Faces da Opressão - bullying, comercio de drogas e loucura

* Casos de Família - violência familiar e homofobia

No teatro do oprimido o espectador não delega poderes ao ator. Mas “assume ele mesmo o papel do protagonista, altera a ação dramática, sugere soluções, discute projetos de mudança”. O teatro se torna “um ensaio de revolução”

domingo, 20 de fevereiro de 2011

FAMÍLIA E ESCOLA - ONDE ESTA A EDUCAÇÃO?

CONFLITOS NA ESCOLA

SÃO TEMA DE MONTAGEM

A relação entre pais, alunos e colégios é o tema do espetáculo FAMÍLIA E ESCOLA - ONDE ESTÁ A EDUCAÇÂO? que será apresentado hoje, na sala 502 da usina. A montagem é resultado da Oficina de Teatro - Fórum para Atores e não Atores, do Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido de Porto Alegre.

O centro da trama é o bullying.

A peça retrata, de um lado, a brutalidade e o racismo de quem pratica a violência e, de outro, a família protetora que encobre os atos dos agressores e as escolas que não conseguem evitar os conflitos.

Na apresentação, o público pode interferir e tentar contornar os problemas apresentados na trama. A sessão, que tem entrada franca, começa às 20h, com distribuição de senhas a partir das 19h30min.

Zero Hora - www.guiadasemana.com.br 24.02.2011

A sessão acontece no dia 24 de fevereiro (quinta-feira), às 20h, no Centro Cultural Usina do Gasômetro - Sala 502, com entrada franca. A distribuição de senhas inicia às 19h30.

Sinopse:
As diferentes faces do bullying, as relações familiares, e os reflexos na escola. (racismo, agressividade, superproteção...)

Elenco: Andréia Laimer, Eduardo Soares Silveira, Fabiano Todt, Francislene Pagliarini, Geovane Antonio Schneider, Ivanete Pereira, Mara Regina Barcellos da Cunha e Silvia Maria Silveira Franco.
Coordenação: Celso Veluza

A montagem é resultado da Oficina de Teatro - Fórum, para Atores e não Atores, baseada no método do Teatro do Oprimido, criado pelo teatrólogo Augusto Boal.

Teatro-Fórum é um espetáculo baseado em fatos reais, onde personagens, oprimidos e opressores, entram em conflito, de forma clara e objetiva, na defesa de seus desejos e interesses. No confronto, o oprimido fracassa e o público é convidado (pelo facilitador da encenação) a entrar em cena e substituir o protagonista, em busca de alternativas para a solução do problema. Porque no teatro-fórum é assim, você assiste à peça e no final pode interferir na história tentando solucionar os conflitos.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

HOMENAGEM A AUGUSTO BOAL (1931-2009) In Memoriam

HOMENAGEM A AUGUSTO BOAL (1931-2009) In Memoriam
Teatro da Transformação Social
Vídeos - Workshop - Bate Papo
2 de Maio, Domingo das 17 às 20h
Centro Cultural Usina do Gasômetro - Teatro 502
Entrada Franca

Evento para lembrar, um ano sem Augusto Boal.

Apresentação dos documentários:

JANA SANSKRITI, Um Teatro em Campanha dirigido pela franco-brasileira Jeanne Dosse. O filme narra a experiência do grupo de mesmo nome que a partir das técnicas do Teatro do Oprimido atua em 10 regiões da Índia envolvendo cerca de 3 milhões de camponeses. Foi exibido na Mostra de cinema de São Paulo e ganhou o prêmio do Júri no festival Semaine du Cinéma Méditerranéen de Lunel.

BRANCA ASSALTA NEGRO e FEIA CONTRA GOSTOSONA peças de teatro-fórum produzidas em Porto Alegre e apresentadas no Teatro Renascença em 1999, com comentários de Augusto Boal.

Convidados para o bate-papo

Silvia Balestreri
Professora do DAD e do PPGAC/UFRGS, com dissertação de mestrado e tese de doutorado sobre Teatro do Oprimido.
Participou da primeira formação e foi uma das fundadoras do CTO-Rio, com direção de Augusto Boal. Responsável pelas disciplinas Teatro do Oprimido I e Teatro do Oprimido II no curso de Teatro da UFRGS.

Licko Turle
Professor, ator, diretor, pedagogo.
Doutorando e Mestre em Teatro - Educação pela Unversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (dissertação A Poética do Oprimido e a Poesia da Negritude).
Foi um dos fundadores do CTO-Rio, em 1989, com direção de Augusto Boal, do qual fez parte até 1995. Integra hoje o Instituto Tá Na Rua para as Artes, Educação e Cidadania, no Rio de Janeiro, que fundou, com Amir Haddad, em 1999.

Araxane Jardim
Coordenador junto com Déia Alencar do Grupo de Teatro do Oprimido Comparsaria das Façanhas da cidade de Guaiba.

Celso Veluza
Ator, diretor e produtor de teatro e teatro de bonecos. Integrante do Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido de Porto Alegre e da Companhia A Hora do Anjo, desde 2005 é artista residente no Centro Cultural Usina do Gasômetro onde desenvolve pesquisas com as artes cênicas.


Augusto Boal foi diretor do Teatro de Arena de São Paulo durante 15 anos transformadores da cena teatral brasileira, entre 1956 a 1971, realizando encenações históricas antes de ir para o exílio. No período em que a ditadura militar reprimiu com maior força a voz do povo e de seus representantes, Boal aliou-se a educadores e intelectuais da América Latina, dispostos a desenvolverem uma tomada de consciência dos oprimidos. Sempre disposto a lutar contra todas as formas de opressão, desenvolveu um teatro de cunho político, libertário e transformador.
Ao criar o método do Teatro do Oprimido seu objetivo foi a democratização dos meios de produção teatrais, o acesso das camadas sociais menos favorecidas e a transformação da realidade através do diálogo (tal como Paulo Freire pensou a educação). Suas técnicas - principalmente o Teatro-fórum e o Teatro Invisível - são conhecidas no mundo inteiro.É autor de livros como “O Teatro do Oprimido e Outras Políticas Poéticas", "Exercícios para Ator e o Não-Ator com Vontade de Dizer Algo através do Teatro" e "Jogos para Atores e Não Atores". Entre diversos títulos e prêmios significativos angariados no exterior, destacam-se o Officier de l'Ordre des Arts et des Lettres, outorgado pelo Ministério da Cultura e da Comunicação da França, em 1981, e a Medalha Pablo Picasso, atribuída pela Unesco em 1994. Em 2009 é nomeado embaixador mundial do teatro pela Unesco.


Teatro-Fórum - A transformação da realidade através do diálogo

Teatro-Fórum
A transformação da realidade através do diálogo

O Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido de Porto Alegre (NETO) apresenta os esquetes, Fora aos Padrões Pré-estabelecidos, Na Sala e Uma História Real. A sessão acontece no dia 26 de abril (segunda-feira), às 20h, na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura, com entrada franca. A distribuição de senhas inicia às 19h30.
A montagem é resultado da Oficina de Teatro - Fórum, para atores e não atores, baseada no método do Teatro do Oprimido, criado pelo teatrólogo Augusto Boal.

Sinopses:

Uma História Real
No inicio do ano letivo uma professora se apresenta para assumir suas turmas numa escola da periferia e sofre pressão moral.
Elenco: Catarina Fernandes, Vânia Taris, Lyane Barrera, Magale Yumi, Márcia Mariano Naimayer, Rafaella Severo e Maristela Gomes Amaral.

Na Sala
Grupo familiar reunido na sala da TV, volta a sua atenção para a programação abandonando a valores da convivência familiar.
Elenco: Carla Corrêa, Carlos Ávila, Gilda Santos, Betina Bertoni e Melina Gonçalves.

Fora aos padrões pré-estabelecidos
Família composta por mãe e três filhos. Uma das filhas sofre opressão por ser lésbica, vegetariana e vestir-se fora dos padrões pré-estabelecidos.
Elenco: Teresa Cristina Bruel dos Santos, Anelise Estivalet, Nádia Zambujo e Mauricio Tonetto.

Coordenação: Celso Veluza